Já leu os primeiros artigos? Se não, leia aqui o 1º e aqui o 2º!

Mas, e os resistores?

Os resistores são componentes eléctricos que estão muito associados ao tema de hoje, resistência eléctrica. Eles são responsáveis por controlar a corrente eléctrica, por meio do efeito joule, de modo a provocar a queda de tensão, sendo desta forma importante o electricista estar informado sobre o assunto.

Ou seja, o resistor é utilizado na eletrônica e na eletricidade como um limitador da passagem da corrente eléctrica em um determinado circuito. Esse processo, como já vimos, acaba por gerar calor (efeito Joule).

Quais os tipos de resistores?

Os resistores não são todos iguais e podem ser divididos em categorias de acordo com a sua construção e com os materiais usados. Veja alguns tipos de resistores:

Resistores de filme metálico: são os mais usados na indústria eletrônica e se parecem com os resistores de filme de carbono, porém são revestidos com níquel-cromo. Possuem uma grande faixa de valores (até MΩ), baixa potência (até 7W) e baixa tolerância (de 1 a 2%).

Resistores de filme carbono: podem ser feitos de tubo de vidro ou cerâmico, revestidos com uma película de carbono. Possuem baixa potência (até 3W), média tolerância (entre 5% a 10%) e uma faixa de valores que vai até 10MΩ.

Resistores de fio: componentes robustos e capazes de suportar até altas temperaturas. São feitos por um tubo cerâmico que envolve uma bobina de fio com alto poder de resistência. Apesar disso, seus valores nominais não passam de KΩ. Entretanto, são capazes de suportar uma potência alta (até 1000kW) e ainda possuem uma alta tolerância (entre 10% a 20%).

Resistores SMD: a sigla, basicamente, significa ‘montagem em superfície’, ou seja, são resistores são soldados nas trilhas das placas de circuitos eletrônicos impressos. São capazes de suportar uma potência de até 16W, com uma tolerância variável entre 0,1% a 5%.Se precisar de um serviço de eletricicstas em Lisboa, contacte-nos hoje.

Rua Dr. Rafael Duque Nº5 4ºesq, 1500-249 Lisboa
912462821
info@uniscala.pt

Já leu o 1º Artigo? Se não, leia aqui!

A nível atômico, nos condutores, a movimentação dos electrões ocorre de forma descoordenada, o que gera uma dificuldade de locomoção interna e faz com que os átomos do condutor e os electrões se colidam. Essas colisões acabam por acarretar dificuldades na passagem dos electrões, de modo a fazer com que a corrente eléctrica que esteja a fluir por esse condutor sofra uma resistência.

Porém, nem sempre a resistência eléctrica é algo ruim. Em alguns casos ela é usada de forma positiva, como quando precisamos gerar calor. Isso é o que chamamos de efeito joule, que é quando a energia eléctrica se transforma em calor.

Esse processo acontece devido a colisão dos electrões com os átomos do condutor. A depender do tipo do condutor, esse processo acaba por aumentar a temperatura e gerar calor. Por isso, alguns materiais são construídos justamente para que esse processo ocorra, como é o caso das resistências eléctricas dos chuveiros, das lâmpadas incandescentes, dos esquentadores, do ferro de passar, entre outros.

Fórmulas para calcular a resistência eléctrica

Antes de se preparar uma instalação elétrica, o electricista terá de saber, que para resistências eléctricas feitas de materiais como cobre, alumínio e outros, existem algumas variáveis que podem ser consideradas para o cálculo da resistência eléctrica, como:

Tipo de material: a depender do material do condutor é possível que mais ou menos electrões estejam livres. Quanto maior for o número de electrões livres, menor será a resistência e, como consequência, maior será a passagem da corrente eléctrica.

Área do condutor: a área do condutor também está diretamente relacionada com a resistência. Dessa forma, temos que quanto maior for a área, menor será a resistência, já quanto menor for a seção, maior será a resistência.

Comprimento do condutor: por último, temos que considerar também o comprimento do condutor, pois quanto maior ele for, maior será a resistência, já que os electrões terão de percorrer um caminho maior.

A resistência eléctrica é medida em ohm, do símbolo grego “Ω”. A segunda lei de ohm é a responsável por relacionar todos os itens que listamos acima. Dessa forma temos:

R= ρ.I/A

No qual:

R= resistência em ohm

ρ= resistividade do material

I= comprimento do condutor (em metros)

A= seção do condutor (em mm²)

Se precisar de um serviço de eletricicstas em Lisboa, contacte-nos hoje.

Esperemos que tenham gostado, continua no próximo artigo.

Rua Dr. Rafael Duque Nº5 4ºesq, 1500-249 Lisboa
912462821
info@uniscala.pt

A corrente eléctrica é fundamental para que nossos eletrodomésticos e outros aparelhos eletrônicos possam funcionar. Porém, em um circuito eléctrico, nem tudo acontece da maneira como é descrito na teoria. Por isso, durante o percurso dos electrões pode surgir alguma dificuldade, chamada de resistência eléctrica.

Como funciona uma corrente eléctrica?

Antes de compreendermos o que é, exatamente, uma resistência, os nossos electricistas aconselham a compreender o conceito de corrente eléctrica. Esta nada mais é do que o fluxo de electrões que percorre determinado condutor. Contudo, existem algumas diferenças entre os tipos de corrente, que podem ser alternada ou contínua.

A corrente alternada é aquela gerada nas usinas eléctricas e é capaz de percorrer grandes distâncias até ser distribuída para as nossas casas ou empresas. Sua principal característica é a falta de polarização, ou seja, não existem um polo positivo e outro negativo definidos. Seu uso se dá em grandes distâncias justamente porque com ela é possível não ter perdas de energia.

Já a corrente contínua é a que possui polarização, sendo um polo positivo e outro negativo. Dessa forma, o sentido dos electrões também é definido, indo do polo positivo para o negativo (por convenção, pois na prática é justamente ao contrário). Essa corrente é encontrada, principalmente, em baixas tensões como baterias e pilhas. Em altas tensões ela não é usada pois, como possui um sentido definido, é mais propensa a grandes perdas de energia.

O que é a resistência eléctrica?

Agora que você já compreendeu um pouquinho mais sobre corrente, podemos começar a falar sobre a resistência eléctrica, que é o tema deste texto.

A palavra resistência está diretamente ligada ao sentido de ‘impedimento’, resistir a algo. Por exemplo, se tentarmos levantar um carro sozinhos, isso será impossível, pois possuímos uma determinada resistência física que limita a nossa força.

Com a resistência eléctrica é a mesma coisa. Ela é capaz de gerar um obstáculo que faz com que a corrente eléctrica tenha dificuldade em fluir livremente por determinado material, quando o mesmo é submetido a uma tensão eléctrica. Dessa forma, podemos compreender que a resistência eléctrica é a oposição a passagem dos electrões.

Existem vários motivos para que a resistência eléctrica ocorra, como o material em que o condutor é feito, além da temperatura, diâmetro e comprimento do mesmo.Se precisar de um serviço de eletricicstas em Lisboa, contacte-nos hoje.

Esperemos que tenham gostado, continua no próximo artigo.

Rua Dr. Rafael Duque Nº5 4ºesq, 1500-249 Lisboa
912462821
info@uniscala.pt

Já leu os primeiros artigos? Se não, leia aqui o 1º e aqui o 2º!

Depois de toda essa explicação, pode estar a pensar que o capacitor é uma forma de bateria. Porém, dizemos que a bateria, na verdade, é um capacitor simplificado. O capacitor armazena energia, enquanto a bateria produz energia por meio de processos químicos e, então, a armazena.

Por isso, os capacitores são mais rápidos no processo de descarga da energia acumulada (quando comparados às baterias), além de serem utilizados em aplicações nas quais as baterias não podem estar presentes, como para dividir frequências e suavizar sinais eléctricos.

Quais os tipos de capacitores?

Como pode notar, existem muitos usos para os capacitores, tais como as instalações elétricas. Dessa forma é natural que também existam vários tipos de capacitores. Veja alguns:

Capacitor Cerâmico: é um dos modelos mais usados e conhecidos de capacitores. Possui como material dielétrico um disco de cerâmica com duas fitas metálicas em cada uma de suas faces. Eles são usados para circuitos de alta frequência e corrente contínua, como televisores, flashs de câmera, rádios, roteadores, entre outros.

Capacitor Eletrolítico: possui o material dielétrico com espessura bastante inferior em relação aos demais. Na parte interna, ele é composto por duas folhas de alumínio que são separadas por uma camada de óxido de alumínio e enroladas e embebidas em um eletrólito líquido. Ele é usado em fontes de tensão, tornando-as mais estáveis e filtrando possíveis ruídos da rede eléctrica.

Capacitor de Poliéster: é formado por várias camadas de poliéster e alumínio, por isso é bem compacto. Sua principal característica é a capacidade de autorregeneração, o que evita curtos circuitos.

Capacitor SMD: amplamente utilizados em todos os tipos de equipamentos eletrônicos. Podem possuir material dielétrico de tântalo, cerâmica e outros. Como são muito pequenos, em geral são montados diretamente nos circuitos robôs.Se precisar de um serviço de eletricicstas em Lisboa, contacte-nos hoje.

Rua Dr. Rafael Duque Nº5 4ºesq, 1500-249 Lisboa
912462821
info@uniscala.pt

Já leu o 1º Artigo? Se não, leia aqui!

A Capacitância

Um termo muito usado em relação aos capacitores é a capacitância. Ela é uma propriedade usada pelo electricista para medir a eficiência dos capacitores na realização de testes e comparações.

A capacitância nada mais é do que a quantidade de carga eléctrica que o capacitor é capaz de armazenar. Ela é medida em Farad (F) e seu valor é diretamente proporcional ao módulo das cargas em uma das placas e inversamente proporcional a diferença de potencial nas placas do capacitor.

A fórmula usada para termos este valor é:

C= Q/V , sendo:

C= capacitância medida em Farad(F)

Q= cargas eléctricas medidas em Coloumb (C)

V= tensão medida em Volt (V)

Como sabemos que quanto mais carga, mais intenso será o campo eléctrico, é possível concluir que a capacitância é diretamente proporcional à área, uma vez que a carga em uma placa é proporcional à área em que as cargas estão distribuídas, já que elas se posicionam de maneira uniforme.

Em que são usados os capacitores?

Os capacitores possuem muitas aplicações, sendo que o material dielétrico é fundamental na hora de definir qual capacitor será utilizado. Em geral, os capacitores são muito utilizados em circuitos eletrônicos,instalações eléctricas e em outros locais, veja alguns dos seus usos:

  • em fontes de alimentação
  • sensores
  • como capacitores de partida em motores de portões eletrônicos
  • em osciladores
  • em sintonizadores de rádio
  • nos filtros de ruídos em sinais de energia
  • nos aceleradores de partículas
  • em divisores de frequência em sistemas de áudio
  • no armazenamento de carga e sistemas de flash de câmaras fotográficas
  • em lasers de alta potência
  • nos conjuntos de transmissores de memórias DRAM
  • nos radares
  • entre outros

A principal aplicação dos capacitores é para separar as correntes contínua e alternada, quando elas se apresentam de forma simultânea. Nas correntes contínuas, o capacitor comporta-se como um Circuito Aberto, enquanto nas correntes alternadas ele atua como uma resistência.

Esperemos que tenham gostado, continua no próximo artigo

Rua Dr. Rafael Duque Nº5 4ºesq, 1500-249 Lisboa
912462821
info@uniscala.pt

Os capacitores eléctricos, também conhecidos como condensadores, nasceram da necessidade de se armazenar energia eléctrica para ser utilizada em um momento posterior. Hoje, eles são muito usados pelos electricistas no âmbito da energia elétrica e eletrônica para aumentar os efeitos eléctricos, para experiências, para atender altas demandas, para gerar energia quando não há demandas, entre outros usos.

O que são os capacitores, por definição?

Pode-se definir capacitor eléctrico como um elemento de um circuito eléctrico capaz de armazenar energia eléctrica para ser usada futuramente de maneira flexível quando houver resistência em seus terminais.

O capacitor eléctrico é composto de dois condutores que são separados por um material isolante. Quando conecta-se o capacitor por um tempo a uma bateria, o mesmo se carrega. Assim, temos que cada placa do capacitor é carregada com uma carga eléctrica oposta à outra.

De que modo um capacitor funciona?

Como dissemos acima, uma das características fundamentais do capacitor é o acúmulo de cargas opostas em duas placas que são separadas por um material isolante (chamados de dielétricos). Essas placas são localizadas o mais próximo possível uma das outras.

Uma vez que as cargas são opostas elas acabam por se atraírem e, portanto, ficam armazenadas nas superfícies das placas mais próximas do isolante.

Essa mesma atração também é responsável por criar um campo eléctrico entre as placas por meio do material dielétrico do capacitor.

Assim, ao contrário do que pode pensar, a energia armazenada pelo capacitor não tem origem nas suas placas, mas sim deste campo eléctrico criado entre elas. Por isso, se diz que essa é uma energia de campo eletrostático.

Eletrostática é o nome dado ao ramo da física responsável por estudar as cargas eléctricas quando em repouso ou em equilíbrio. Quando estas cargas não estão em movimento, dá-se o nome de eletrostática. Já quando as cargas estão a se movimentar, temos o que chamamos de corrente eléctrica e a isso denominamos de Eletricidade Dinâmica.

Se o capacitor está a carregar ou a descarregar existe um valor variável de corrente eléctrica. Contudo, o material dielétrico presente faz com que a energia não passe de uma placa para a outra, ficando, dessa maneira, armazenada.

Quando o capacitor se carrega totalmente e alcança o regime estacionário, ou se descarrega totalmente não existe fluxo de energia, já que as cargas não estão a se movimentarem.Se precisar de um serviço de eletricicstas em Lisboa, contacte-nos hoje.

Esperemos que tenham gostado, continua no próximo artigo

Rua Dr. Rafael Duque Nº5 4ºesq, 1500-249 Lisboa
912462821
info@uniscala.pt

Já leu os primeiros artigos? Se não, leia aqui o 1º e aqui o 2º!

A divisão dos circuitos eléctricos na instalação

Compreender a maneira adequada de se realizar a divisão dos circuitos eléctricos em seu lar é fundamental para tornar a sua instalação mais segura e evitar desperdícios e fugas de energia eléctrica. Além disso, outros benefícios são a facilidade em caso de futuras manutenções e a diminuição das ocorrências e problemas em sua instalação eléctrica.

Em nossa residência, quando um circuito eléctrico alimenta de forma direta equipamentos de usos específicos como o ar condicionado, o chuveiro, lâmpadas ou tomadas de corrente de uso geral, este é chamado de circuito terminal.

Os nossos electricistaselectricistas especializados sugerem sempre que para instalações eléctricas de baixa tensão é que esses circuitos terminais sejam individualizados pela função dos equipamentos de utilização que alimentam. Ou seja, não se deve misturar em um mesmo circuito, por exemplo, o ar condicionado e o chuveiro eléctrico, uma vez que eles possuem funções diferentes. Em contrapartida, dois aparelhos de ar condicionado podem ser ligados no mesmo circuito, já que esses equipamentos exercem a mesma função.

Outra dica importante que deve ficar atento é em relação a tensão eléctrica. Indica-se que os circuitos mistos (ou não dedicados) não ultrapassem potências de 1200W em tensão de 127V e 2200W em tensão de 220V.

Assim, é possível notar, por exemplo, que em uma residência o chuveiro eléctrico deverá possuir um circuito exclusivo, uma vez que é um equipamento que utiliza uma corrente eléctrica superior a 10A.

Rua Dr. Rafael Duque Nº5 4ºesq, 1500-249 Lisboa
912462821
info@uniscala.pt

Já leu o 1º Artigo? Se não, leia aqui!

Circuito eléctrico em paralelo

Enquanto no circuito em série não existe nenhuma divisão da corrente eléctrica, pois ela tem somente um caminho a percorrer, no circuito em paralelo, a corrente eléctrica passa a ser dividida, uma vez que existe mais de um caminho para que a mesma percorra.

Nesse tipo de circuito, a corrente acaba por ter a sua intensidade dividida entre as várias cargas, mas a tensão eléctrica continua com a mesma intensidade em qualquer ponto do circuito.

A principal vantagem desse tipo de circuito é que ele é capaz de manter a corrente eléctrica a fluir mesmo quando um caminho é interrompido. Ou seja, se, por exemplo, uma luminária estiver ligada em paralelo, quando uma lâmpada queimar, as demais continuarão a funcionar, pois existe um circuito paralelo que permite o fluxo contínuo da corrente.

O uso mais comum desse tipo de circuito é em equipamentos de iluminação, além disso também é possível seu uso em uma porta OR, com dois interruptores em circuito paralelo e fiações domésticas, como as tomadas.

No circuito eléctrico em paralelo o inverso da resistência total é igual à soma dos inversos das resistências presentes no circuito (como as lâmpadas ou outros itens). Em relação a intensidade da corrente, tem-se que esta é igual à soma das intensidades de corrente que passam em cada um dos ramos.Caso não esteja escalarecido ao circuito eléctrico em paralelo, pode contactar os nossos electricistas para esclarecer as suas dúvidas.

Circuito Misto

Também é possível que estes dois tipos de circuitos estejam presentes em uma mesma ligação, associados a uma só fonte de tensão. Neste caso estamos a falar do circuito misto.

Nele, alguns pontos de consumo estarão ligados em série, enquanto outros estarão ligados em paralelo. Dessa forma, o comportamento da corrente eléctrica será dependente da ligação no ponto em questão, havendo momentos em que ela seguirá livremente e momentos em que será dividida.

Escolher entre um circuito e outro – ou até mesmo entre a mescla dos dois- irá depender da necessidade para a qual ele está sendo construído.Se precisar de um serviço de eletricicstas em Lisboa, contacte-nos hoje.

Esperemos que tenham gostado, continua no próximo artigo.

Rua Dr. Rafael Duque Nº5 4ºesq, 1500-249 Lisboa
912462821
info@uniscala.pt

Hoje vamos falar de um tema que, embora possa parecer bastante simples, é fundamental que um profissional da eléctrica domine: os circuitos eléctricos. Eles são muito importante para que possamos compreender o funcionamento das ligações eléctricas de nossas residências, empresas e outros locais. Estar atento aos tipos de circuitos é muito necessário na hora de escolher a ligação ideal.

Circuito eléctrico: definição

Por definição, pode-se dizer que um circuito eléctrico é um ou mais caminhos fechados por onde a corrente eléctrica circula. Para haver um circuito eléctrico são necessários alguns componentes, como: um gerador que passe a funcionar como uma fonte de energia, um ou mais receptores responsáveis por transferir e transformar a energia eléctrica que chega até os mesmos, alguns fios condutores que se constituem como o elo de ligação entre as partes do circuito e um ou mais interruptores.

O gerador ou fonte de tensão pode ser vários itens como uma pilha, uma bateria, uma tomada ou a associação de itens como várias pilhas e baterias, ou ainda qualquer tipo de fonte na qual exista uma diferença de potencial eléctrico.

Os receptores, também chamados de cargas, podem ser quaisquer itens capazes de consumir energia eléctrica e transformá-la em outro tipo de energia utilizável, como um motor, um resistor ou até mesmo uma lâmpada.

Quando existe a necessidade da ligação dispor de mais de uma carga, então é preciso configurar o seu circuito de modo diferente. Na maior parte dos usos, os circuitos eléctricos possuem mais de uma carga.

Veja a diferença entre eles.

Circuito eléctrico em série

O circuito eléctrico em série não possui nenhuma divisão, uma vez que existe apenas um só caminho para que a corrente eléctrica percorra.

Em geral, nesse tipo de circuito, as cargas são ligadas por meio de condutores eléctricos dispostos um na ponta do outro ou ligadas diretamente. Os componentes mais usados no circuito em série são as resistências para aquecimento de fornos, chapas, lâmpadas, lâmpadas pisca-pisca, entre outros.

Em um circuito em série, as cargas são dependentes uma das outras para funcionarem. O motivo é simples, já que uma carga montada em série utiliza um único caminho de passagem da corrente eléctrica. Além disso, vale destacar, que a corrente é a mesma em todas as cargas.Se precisar de um serviço de eletricicstas em Lisboa, contacte-nos hoje.

Em resumo, tem-se algumas características do circuito em série:

  • a corrente eléctrica tem a mesma intensidade em qualquer uma das cargas.
  • a tensão eléctrica se reduz à metade para cada uma das cargas.
  • a principal desvantagem é que cada carga funciona como um fio condutor, dessa maneira, qualquer defeito em uma das cargas acaba por inutilizar todas as demais.

Esperemos que tenham gostado, continua no próximo artigo.

Rua Dr. Rafael Duque Nº5 4ºesq, 1500-249 Lisboa
912462821
info@uniscala.pt

Já leu os primeiros artigos? Se não, leia aqui o 1º e aqui o 2º!

Algumas orientações importantes sobre fios e cabos

  • As ligações dos condutores em luminárias, como projetores de quadras de esportes, luminárias externas e lâmpadas fluorescentes devem ser feitas com o uso de conectores que apresentem isolação plástica;
  • O número de condutores instalados em cada eletroduto e também a bitola dos condutores e cabos devem obedecer às especificações do projeto eléctrico.
  • Não faça a instalação de condutores e de cabos isolados sem a proteção dos eletrodutos ou dos invólucros, independente do tipo de instalação (enterrada no solo, aparente ou embutida).
  • Nas instalações subterrâneas, os cabos não devem sofrer esforços de torção ou tração porque isso poderá prejudicar a sua capa isolante.
  • Não instale nenhum condutor ou cabo nu dentro de qualquer tipo de eletroduto, incluindo, neste caso, o condutor de aterramento.
  • Somente executar a passagem dos cabos eléctricos quando as outras etapas das obras estiverem finalizadas, como revestimento de paredes, pisos e tetos; impermeabilização ou telhamento da cobertura; rede de eletrodutos e colocação das caixas de derivação; instalação das portas, vedações e janelas; entre outros.
  • Utilizar apenas terminais apropriados nas ligações dos condutores a chave, disjuntores e bases fusíveis;
  • Não realize emendas de condutores dentro dos eletrodutos. Esse processo apenas deverá ser realizado dentro das caixas de derivação, passagem ou ligação.

Como fazer emenda em cabos flexíveis?

As emendas são muito importantes para qualquer pessoa que esteja a trabalhar com eléctrica e uma das dúvidas muito comum é em relação a emenda realizada nos cabos flexíveis. Neste caso, podem ser realizadas dois tipos de emendas, sendo: a emenda em prolongamento ou a emenda em derivação.

Entretanto, é muito importante que o eletricista, sempre que possível, realize um processo chamado de estanhamento, processo no qual o estanho penetra no cobre, de modo a garantir que esta emenda será muito próxima a um cabo fundido e, com isso, o aquecimento será menor.

Lembre-se que toda emenda é um ponto de aquecimento e por isso é necessário que você tome cuidados específicos, como:

  • possuir cuidado redobrado na hora de decapar o cabo flexível para que os fios finos não sejam danificados
  • apertar muito bem a emenda e utilizar o alicate para isso
  • evitar o contato entre a parte emendada e a capa plástica
  • não apertar em excesso para não romper o cabo que está a ser emendado.

Rua Dr. Rafael Duque Nº5 4ºesq, 1500-249 Lisboa
912462821
info@uniscala.pt