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Secções nominais e devidas aplicações

Outro item que deve considerar antes de optar por determinado fio ou cabo é em relação às secções nominais. Veja algumas:

1,5 mm²: usado para circuitos de iluminação residencial mais simples.
2,5 mm²: indicado para circuitos de tomadas simples (como de eletrodomésticos em geral) e circuitos de iluminação.
4 mm²: usados em circuitos de chuveiros eléctricos e torneiras, de aparelhos de ar condicionado de pequeno porte e de tomadas simples.
6 mm²: indicado para circuitos de aparelhos de ar condicionado de pequeno porte, chuveiros eléctricos e torneiras.
10 mm²: usado nos quadros de entrada de energia eléctrica em residências.
16 mm²: indicado para motobombas para piscinas e condomínios.
25 mm²: usado em fornos eléctricos de padarias.
35 mm²: usado nos quadros de entrada de energia eléctrica de prédios de até 3 andares.
50 mm²: indicados para máquinas industriais de grande porte.
a partir de 70 mm²: usado em quadros de entrada de energia eléctrica de prédios e edifícios altos.

Em caso de ter alguma dúvida contacte por favor a nossa equipa para ser esclarecido por um electricista especializado.

Identificação por cores

Além das secções nominais, é usual que você encontre uma classificação dos cabos por um sistema de cores. Sendo, em Portugal, os cabos de cor verde e amarela usados como condutor de terra, o azul como condutor neutro e o castanho, preto ou cinzento como condutor de fase.Se precisar de um serviço de eletricicstas em Lisboa, contacte-nos hoje.

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Os fios e cabos são fundamentais na vida de qualquer eletricista, porém, na hora de escolher com quais materiais trabalhar é preciso ficar atento, pois existem cabos eléctricos voltados apenas para a condução e isolação e outros que podem possuir uma cobertura adicional, além de outros detalhes que você deve considerar.

Seja para o profissional da eléctrica, seja para quem está a construir ou reformar, saber sobre os fios e cabos eléctricos é fundamental para garantir o pleno funcionamento da sua rede e a segurança das pessoas que irão utilizar o imóvel. Por isso, separamos algumas dicas que podem lhe ajudar a compreender mais sobre esse tema.

Fios e cabos eléctricos

Como dissemos, existem algumas diferenças entre os fios e cabos eléctricos que devem ser considerados antes de iniciar a sua instalação eléctrica.

Os fios condutores podem se apresentar de maneira mais flexível ou rígida, entretanto as características técnicas de resistividade ou condutibilidade devem ser as mesmas. A única diferença é que os fios flexíveis são mais fáceis de passarem pelas tubagens e curvas nas instalações, enquanto os fios mais rígidos são indicados para conexões, como em chaves termomagnéticas (disjuntores) e instalações de tomadas simples.

Cabos:

o cabo é formado pela união de vários fios de cobre torcidos e tem como característica o fato de ser mais fácil de se manusear graças a sua flexibilidade e resistência. Na hora de realizar a sua instalação, você poderá, por exemplo, dobrar os cabos sem que isso se configure como um problema. Os cabos que são dotados apenas de condução e isolação são chamados de condutores isolados, enquanto os que possuem também uma cobertura adicional aplicada sobre a isolação são chamados de cabos unipolares ou multipolares, a depender do número de condutores que possuem. Em geral, são feitos em materiais condutores como cobre e alumínio.

Fios eléctricos

ou fios sólidos: são o tipo de cabo mais comum. Em geral, é feito com material maciço de modo a formar apenas um condutor eléctrico. Neste caso é usado apenas o cobre. Este tipo de fio não pode ser dobrado, uma vez que ele é pouco flexível. Em geral, seu uso está ligado à iluminação, tomadas, chuveiros e outras instalações mais simples.

Cabos flexíveis:

são modelos compostos por fios de cobre mais finos dos que os usados nos cabos comuns, o que os torna ainda mais flexíveis – daí o nome que recebem. São usados em instalações eléctricas com excesso de curvas.

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E as curvas nos disjuntores, para que servem?

Além de todos esses dados, na hora de dimensionar corretamente um disjuntor é primordial que você conheça qual tipo de carga será instalada, pois, a depender desta você irá necessitar de disjuntores com diferentes curvas de ruptura.

A curva de ruptura é o tempo em que o disjuntor é capaz de suportar uma corrente acima da nominal. Se está a dispor de equipamentos muito delicados em sua ligação, é essencial que use um disjuntor com a curva de ruptura rápida para, dessa maneira, evitar danos ao equipamento. Em contrapartida, para motores que necessitam sair da velocidade de inércia e atingirem a velocidade máxima é necessário o uso de grandes correntes em um pequeno espaço de tempo, por isso, nesses casos, os disjuntores necessitam de uma curva de ruptura maior.

Além do período de tempo, é usual que as curvas de ruptura estipulem o quanto maior essas correntes podem ser em relação às correntes nominais, sendo:

Disjuntores de curva B: corrente de ruptura está compreendida entre 3 a 5 vezes a corrente nominal. São usados onde se espera um curto circuito com baixa intensidade, como cargas resistivas, tomadas de uso comum, etc.

Disjuntores de curva C: a corrente de ruptura está compreendida entre 5 e 10 vezes a corrente nominal. Usados em instalações onde se espera por curtos de intensidade média como motores, sistemas de comando de controle, circuitos de iluminação e outros.

Disjuntores de curva D: corrente de ruptura entre 10 a 20 vezes a corrente nominal. São usados onde espera-se um curto de intensidade alta, como grandes motores e transformadores.Qualquer dúvida que tenha sobre disjuntores pode falar com qualquer um dos nossos electricistas 24 horas por dia e 7 dias por semana.

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Quais os tipos de disjuntores existem?

A depender do funcionamento, os disjuntores podem ser classificados em:

Disjuntores térmicos:

Utilizam-se da deformação de placas bimetálicas causada pelo aquecimento. Dessa forma, esse disjuntor funciona da seguinte maneira: quando uma sobrecarga acontece e a corrente neste disjuntor é maior do que a aceitável, a lâmina bimetálica passa a aquecer-se por efeito joule e a deformar-se. É este deformamento que desencadeia, de maneira mecânica, a interrupção de um contacto que abre o circuito eléctrico protegido.

A vantagem desse tipo de disjuntor é que ele utiliza um mecanismo simples e robusto, sendo barato e fácil de encontrar. Contudo, esse componente não possui grande precisão de corrente de seccionamento, por isso seu uso não é indicado para proteção contra curtos circuitos. Eles são muito usados para evitar incêndios, danos causados por flutuações de tensão e outra situações eléctricas que possam ser perigosas.

Disjuntores Magnéticos:

Este tipo de disjuntor funciona a base da lei do electromagnetismo. Ou seja, uma forte variação da intensidade da corrente que atravessa as espiras de uma bobina acaba por produzir uma forte variação no campo magnético. Este campo criado desloca um núcleo de ferro responsável por abrir, de forma mecânica, o circuito e, dessa forma, proteger a fonte e uma parte da instalação eléctrica, principalmente os condutores eléctricos entre a fonte e o curto circuito.

Como a velocidade de interrupção é, praticamente, instantânea, é possível proteger um sistema contra curtos circuitos de maneira mais eficiente. Em geral, esses equipamentos funcionam associados a um interruptor de alta qualidade projetado para efetuar milhares de manobras.

A principal vantagem desse tipo de disjuntor é a sua precisão e, claro, a possibilidade de proteção contra curtos. Como o seu custo é mais elevado, ele é utilizado em casos nos quais há a necessidade de proteger determinado equipamento com muita precisão.

Disjuntores magnetotérmico:

Esse é um dos disjuntores mais usados nas instalações eléctricas atuais, sejam em residências ou comércios. Nele, unem-se a proteção térmica e magnética, de forma a produzir muitas vantagens como a possibilidade de uso em manobras de ligar e desligar circuitos, além da proteção contra curtos e aquecimentos.

Nesse tipo de disjuntor estão presentes três funções, sendo:

  • Manobra: possibilidade de abertura ou fecho voluntário do circuito;
  • Proteção contra curtos: função realizada pelo atuador magnético (solenoide) que efetua a abertura do disjuntor e aumenta, de maneira instantânea, a corrente eléctrica no circuito protegido;
  • Proteção contra sobrecarga: com o uso de um atuador bimetálico sensível ao calor, a abertura é provocada quando a corrente eléctrica, dentro de certo período, permanece acima do que a corrente nominal do disjuntor.

Todas as características de disparo do disjuntor são fornecidas pelos fabricantes e estão relacionadas a corrente nominal e a curva de disparo. Além disso, é importante considerar outras informações para o correto dimensionamento, como corrente máxima de interrupção do disjuntor, número de polos (tripolar, bipolar ou unipolar) e a tensão nominal. Se precisar de um serviço de eletricicstas em Lisboa, contacte-nos hoje.

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Para quem não está familiarizado com a eléctrica, os disjuntores também podem ser chamados de ‘chaves’ capazes de ligar ou desligar o abastecimento de energia eléctrica em um imóvel. Independente do nome pelo qual é conhecido, os disjuntores são componentes eléctricos úteis e indispensáveis em quaisquer sistemas. Compreendê-los melhor é, portanto, essencial para quem trabalha com o sector ou pretende estuda-lo mais a fundo.

Mas, afinal, o que são os disjuntores?

Os disjuntores são componentes capazes de promoverem a correcta proteção e segurança das instalações eléctricas , de forma a seccionarem os circuitos, além de possuírem elementos capazes de ligar e desligar as cargas e circuitos.

Dessa forma, podemos dizer que os disjuntores são responsáveis por cortarem a passagem de corrente eléctrica quando esta for excessiva para o circuito e capaz de causar danos ao sistema. Assim, a função dos disjuntores é desarmar, em caso de sobrecarga, de maneira a proteger a instalação, os aparelhos conectados a ela e as pessoas localizadas no imóvel.

Isso acontece porque os disjuntores são projetados para suportarem determinada corrente eléctrica, quando ocorre um pico – com correntes maiores do que o disjuntor pode suportar-, o mesmo interrompe o circuito e evita curtos e outros danos à instalação.

Disjuntores ou fusíveis: qual a escolha mais adequada?

Assim como os disjuntores, os fusíveis também são responsáveis por promoverem a interrupção da corrente eléctrica e protegerem a instalação. Contudo, optar entre um e outro pode depender do tipo de instalação que se está a analisar.

Os disjuntores possuem algumas vantagens quando comparados com os fusíveis, como a possibilidade de seccionar o circuito e de reuso, uma vez que os fusíveis são descartados e, quando queimados, necessitam ser trocados por novos. Já os disjuntores podem ser rearmados e reutilizados por várias vezes antes de apresentarem problemas que evidenciem a necessidade de troca.

Porém, como dissemos, escolher entre um ou outro irá depender da sua instalação eléctrica e da necessidade em questão.

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